sábado, 26 de setembro de 2009

Brasil reduz pobreza pela metade e consegue atingir um dos objetivos do milênio



Pois é, gente. Está pintando uma notícia boa.

Segundo o IPEA - Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas, o Brasil conseguiu atingir uma das metas do milênio, de reduzir a pobreza pela metade em 25 anos. O Brasil conseguiu atingir a meta dez anos antes do prazo.

O Ipea apresentou em seu auditório em Brasília, na quinta-feira passada, dia 24, o Comunicado da Presidência nº 30, intitulado PNAD 2008: Primeiras Análises. O documento traz análises sobre desigualdade de renda, evolução recente da pobreza e da desigualdade, e trata das condições de vida, da qualidade dos domicílios e acesso a bens. Os dados analisados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), do IBGE.

Veja o documento aqui www.ipea.gov.br

A pesquisa demonstrou também aumentou a renda das famílias e a renda do trabalhador.

Outro dado interessante é que o acesso ao conjunto intermediário de bens de consumo foi o que mais se expandiu e desconcentrou nos últimos anos.

Caso o ritmo de expansão se mantenha, pode-se considerar que, em cerca de uma década, ao menos 95% da população contará com fogão,geladeira, rádio, TV, e telefone. Programas sociais que garantam um nível mínimo de renda para os mais pobres, como o Bolsa Família, associados a reduções nas taxas de juros finais para os consumidores, podem colaborar propiciando estabilidade e segurança para
que as famílias assumam financiamentos dos itens faltantes nos inventários.
domésticos.

Já o acesso a bens de consumo duráveis ainda atinge um público restrito –
menos de 40% da população – e apresenta níveis altos de concentração, a despeito dos
avanços verificados na última década. A principal diferença desse conjunto para o
intermediário é a máquina de lavar roupa.

Segundo Ricardo Barros, técnico de Planejamento e Pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais, muita coisa ainda a está por se fazer para reduzir a pobreza e a desigualdade social no país. Para se ter uma idéia da desigualdade no Brasil, "O que um cidadão pobre gasta durante um ano, um cidadão pertencente ao segmento dos 1% mais ricos do Brasil gasta em três dias", disse ele.

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