sábado, 11 de setembro de 2010

Porque eu voto em Dilma para presidente?




Caros amigos e amigas,

Como não sou filho de chocadeira e costumo de manifestar sobre os temas que considero pertinentes, estou declarando neste blog meu voto em Dilma Roussef (PT) para presidente.

Não voto em José Serra porque ele representa um projeto privatizante. Foi ministro do planejamento do governo FHC, aquele que privatizou estatais, proibiu a construção de escolas técnicas federais e deixou as universidades federais à míngua. o fracasso de José Serra pode ser percebido pela má qualidade do ensino em SP, o estado mais rico do país.

Não voto em Marina da Silva, embora a respeite muito. Não acredito em projetos individuais. Muito menos acredito em quem fala em governar com "os melhores do PT e do PSDB". Murismo não é a minha praia. A pessoa tem que ter lado.

Não voto em Plínio, Zé Maria, Ivan Pinheiro ou Rui Pimenta porque acredito na democracia e não opto por um projeto que, embora defenda o igualitarismo, expressa uma visão autoritária de sociedade.

Mas, enfim, porque voto em Dilma Roussef?


1) Porque ela é a continuidade da política social do governo Lula, que está reduzindo significativamente a miséria no país. As estatísticas confirmam!

2) O governo Lula gerou quase 12 milhões de postos de trabalho, com a ajuda de Dilma. Quando Lula assumiu, o desemprego era de 13%. Agora, está em menos de 7%.

3) Mais reajustes salariais: quase todas as categorias, inclusive os servidores federais, estão tendo reajustes acima da inflação, assim como o salário mínimo.

4) O governo Lula criou o Bolsa-Família e outros programas de assistência social aos mais pobres.

5) Mais educação: criação do FUNDEB, expansão das escolas técnicas e universidades federais. Com FHC, o Brasil gastava 4% do PIB em educação. Com Lula, está gastando 5%. Dilma pretende elevar o gasto para 7%. Dilma anunciou a meta de construir 6.000 creches e pré-escolas em todo o país.

6) Mais saúde: Dilma pretende fortalecer o SUS, assegurando a ampliação da saúde pública e estatal no país.

7) A política de segurança que Lula e Dilma defendem não é só repressiva. Combina prevenção, repressão e cuidados sociais. Com a polícia pacificadora, a "Cidade de Deus" no RJ agora é outra. Paz, com geração de emprego e renda e políticas sociais.


08) Mais moradias populares: o Brasil voltou a construir casas populares. A Caixa Econômica está batendo todos os recordes de financiamento nesta área. O exemplo maior é o programa "Minha Casa, Minha Vida".

09) Mais apoio ao campo: Luz para Todos, apoio à agricultura familiar, programas inclusivos como os Territórios da Cidadania.

10) Hoje é muito mais fácil obter crédito no país. Antes, banco só emprestava dinheiro a quem tinha dinheiro. Agora, o crédito bancários está disponível para todos.

11) Mais respeito ao Brasil no exterior: nosso país agora é visto como um país digno e altivo.

12) O Estado cumpre um papel mais ativo: os bancos públicos foram fortalecidos. Temos mais universidades públicas, escolas técnicas federais, programas sociais, investimentos em infra-estrutura promovidos pelo governo federal. Não estamos mais totalmente à mercê dos interesses do mercado.

13) Com Lula e Dilma, a democracia se ampliou. O governo criou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social - CDES que reúne segmentos da sociedade e discute as principais políticas do governo. Foram 62 conferências com participação social. A Conferência Nacional de Educação - CONAE, ocorrida este ano, era uma reivindicação de muitos anos e aprovou propostas interessantes que deverão ser encaminhadas pelo MEC.


É claro que o governo Lula teve defeitos. Poderia ter feito muita coisa avançar mais. No entanto, é preciso separar o joio do trigo e analisar quais os projetos que estão em jogo, com todos as suas virtudes e defeitos.

Sou a favor de que as coisas boas que estamos vivendo continuem a acontecer e sejam aprofundadas. A continuidade de uma política de crescimento com distribuição de renda é fundamental para o país. Acredito no valor da igualdade e, segundo os dados do IBGE, FGV, IPEA e outros institutos, stá ficando mais próximo o momento de vermos um Brasil sem fome e sem miséria. Mas, para que isso aconteça, precisamos seguir em frente. Não podemos voltar para trás!!!

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